terça-feira, 14 de julho de 2015

Escárnio

Jamais percebera o homem
O poder que tens em mãos
Veneno potente mal-usado
Torna-se um veneno mortal

Que poder devastador
Que machuca, corrói... Mata?
É o uso indevido da boca
Um escárnio sem limites

Perdoai-me, Senhor!
Sinto vergonha de mim mesmo
Perdoai as nossas ofensas
Como perdoamos nossos ofensores

Samuel Pereira

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