Jamais percebera o
homem
O poder que tens em
mãos
Veneno potente mal-usado
Torna-se um veneno
mortal
Que poder devastador
Que machuca, corrói...
Mata?
É o uso indevido da
boca
Um escárnio sem
limites
Perdoai-me, Senhor!
Sinto vergonha de mim
mesmo
Perdoai as nossas
ofensas
Como perdoamos nossos
ofensores
Samuel Pereira
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