terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Reencontro

Quando, enfim, se apaixonou
Todo dia pôs-se a cantar
O amor a enfeitiçou
Não parava de dançar

Todavia, muito não durou
O destino quis logo maltratar
Seu homem para o mar mandou
Seu homem matou no mar

A menina não se conformou:
-A dor nunca irá passar.
Para o mar, então, olhou

E nem houve tempo de pensar.
No mar ela se lançou
Para seu amado reencontrar.

Samuel Pereira

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